Bonaire

Junho 2019

Na companhia do Felipe (irmão da Dea), mais uma vez, fizemos uma travessia de aproximadamente 3 dias. Saímos das Ilhas Virgens Americanas, rumo ao sul do Caribe, Bonaire.

O Vento foi meio que de través o caminho todo, o mar um pouco mexido, mas foi gostoso! Não conseguimos pescar nenhum peixe no caminho, e ao chegar em uma ilha nova e tão distante da que estávamos, bateu uma leve emoção: "Terra a vista!"

Bonaire é um parque nacional, sendo assim, tem algumas regras que devemos seguir para preservar o meio ambiente e essa ilha tão exuberante! Uma das regras é que devemos utilizar as poitas para pernoitar na ilha, e nunca soltar a ancora (em nenhum lugar da ilha). As poitas fazem parte da marina principal da ilha e estão localizadas na parte mais abrigada, na orla da cidadezinha. Elas são limitadas, então a concorrência é alta, e se caso você conseguiu uma, é bom não sair de lá, ou deixar o Bote amarrado nela, para garantir seu lugar,

Há também, as poitas fornecidas pelo governo ao longo da ilha, e na ilha da frente, a "pequena Bonaire". Nessas bóias o tempo de permanência é de 2 horas no máximo, geralmente utilizadas para mergulho, já que esse é um lugar considerado dos mais lindos paras mergulho do mundo!

Algumas vezes alugávamos um carro para explorar os parques inabitados da ilha. A paisagem é de tirar o fôlego. é como uma floresta de cactos, com o mar caribenho, azul claro, contrastando... Aves lindas complementando o cenário, sem contar com o fundo do mar! Essa é uma ilha que jamais vamos esquecer e que queremos voltar com certeza!

Aqui também é o lugar perfeito para Kitesurf e Windsurf... Mas geralmente precisávamos de um carro para fazer esses esportes já que o barco ficava estacionado na nossa poita, para não perdermos a "vaga". 

Ficamos alguns meses nessa ilha, já que a gravidez estava progredindo... e devido as ferias de Julho, recebemos amigos e familia a bordo pra curtir esse paraíso.

Nadar nessa orla era quase rotina diária! já conhecíamos todos os moradores do fundo do mar que aqui habitavam.

 

Fizemos amizades com holandeses, franceses, espanhóis e até brasileiros.

Pescamos bastante e também compramos muitos peixes dos pescadores que chegavam abastecidos depois de uma noitada em alto mar.

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